quinta-feira, 17 de março de 2011

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Elano admite que o Santos precisa encarnar o espírito da Libertadores

Meia afirma que o embalo do time no Paulista não quer dizer muita coisa na hora que a bola rola pela competição continental. 'É totalmente diferente'


Campeonato Paulista e Taça Libertadores. Duas competições totalmente distintas, com exigências diferentes. O estadual não serve de parâmetro para a competição continental. A análise é do meia Elano, do Santos, diante da obviedade e da frieza dos números. Enquanto no campeonato local o Peixe vem bem, com três vitórias consecutivas, colocado entre os líderes, no torneio internacional o time patina. Dois empates e uma derrota em três jogos.

Para o experiente jogador, o Santos precisa encarnar o espírito de Libertadores se quiser reagir e assegurar uma vaga nas oitavas de final.

- Não dá para comparar. É bem diferente a maneira de se jogar, a atmosfera dos estádios, a pressão da torcida adversária. Nós temos de ter um espírito diferente nesses jogos de Libertadores se quisermos continuar na competição - alertou o jogador, logo após a derrota para o Colo Colo, por 3 a 2, na última quarta-feira, em Santiago (CHI).

O Santos tem apenas dois pontos em três rodadas. Está três atrás, do vice-líder do Grupo 5, o Cerro Porteño-PAR, e a quatro do líder, o Colo Colo. Apenas dois avançam para as oitavas de final. A classificação é possível, mas o Peixe precisa vencer os três jogos que faltam para não precisar ficar fazendo contas e torcendo por outros resultados. Segundo Elano, essa foi a tônica da conversa entre os jogadores no vestiário do estádio Monumental, na última quarta.

- Não adianta. Temos de vencer. Falamos sobre isso depois do jogo. Agora, temos de somar os nove pontos. Com mais os dois que temos, vamos a 11 e garantimos nossa vaga sem precisar dos outros. É isso o que temos de fazer - afirmou.

Melhor jogo

Apesar da derrota para o Colo Colo, Elano afirma que o Santos conseguiu apresentar seu melhor desempenho dentro da Taça Libertadores. O time empatou em 0 a 0 com o Deportivo Táchira-VEN, na primeira rodada, na Venezuela. Depois, na Vila Belmiro, ficou no 1 a 1 com o Cerro Porteño.

- Acho que a equipe jogou bem. Saímos na frente, mas sofremos dois gols muito rápidos. Isso desequilibrou a equipe. É lamentável, pois acho que a equipe se comportou melhor agora do que nos dois primeiros jogos. Mas é aquilo: em Libertadores, é preciso manter o controle sempre.

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